CãoInfecciosa⚠ Zoonose

Leptospirose Canina

Zoonose bacteriana grave que afeta rins e fígado. Transmitida pela urina de roedores. Alta mortalidade sem tratamento.

Sinais clínicos

  • Síndrome hemorrágica
  • Icterícia (mucosas amareladas)
  • Insuficiência renal aguda (oligúria/anúria)
  • Insuficiência hepática
  • Febre, vômito, diarreia
  • Dor muscular severa

Diagnóstico

  • MAT (microaglutinação — padrão-ouro)
  • PCR na urina ou sangue
  • Bioquímica sérica (ureia, creatinina, ALT elevadas)

Tratamento

Penicilina G ou ampicilina + doxiciclina. Fluidoterapia intensiva. Hospitalização obrigatória.

Prevenção

  • Vacinação anual (V8 ou V10)
  • Evitar contato com água empoçada
  • Controle de roedores
Agente etiológico: Leptospira interrogans (múltiplos sorovares)
Prognóstico: Casos leves com tratamento precoce: bom. Insuficiência renal oligúrica/anúrica: mortalidade de 40–60%.

Perguntas frequentes

Leptospirose no cachorro pega no dono?

Sim. Cães infectados eliminam leptospiras pela urina. Use luvas ao manipular urina de cão suspeito.

Cachorro com leptospirose pode ficar em casa?

Não — requer hospitalização intensiva com fluidoterapia endovenosa.

Vacina contra leptospirose funciona?

A vacina (V8/V10) protege contra os sorovares mais prevalentes. Requer reforço anual.

Cachorro ficou em área alagada, o que fazer?

Risco alto. Procure o veterinário imediatamente se surgirem febre, letargia, vômito ou urina escura nos próximos 2–14 dias.

Suspeita de Leptospirose Canina?

Consulte um médico veterinário. Use o diretório ConectaVet® para encontrar profissionais habilitados.

Conteúdo educativo. Não substitui consulta veterinária presencial. Responsável técnico: Prof. M.V. Flávio Nunes — CRMV-RJ 7803.