Leptospirose Canina
Zoonose bacteriana grave que afeta rins e fígado. Transmitida pela urina de roedores. Alta mortalidade sem tratamento.
Sinais clínicos
- Síndrome hemorrágica
- Icterícia (mucosas amareladas)
- Insuficiência renal aguda (oligúria/anúria)
- Insuficiência hepática
- Febre, vômito, diarreia
- Dor muscular severa
Diagnóstico
- MAT (microaglutinação — padrão-ouro)
- PCR na urina ou sangue
- Bioquímica sérica (ureia, creatinina, ALT elevadas)
Tratamento
Penicilina G ou ampicilina + doxiciclina. Fluidoterapia intensiva. Hospitalização obrigatória.
Prevenção
- Vacinação anual (V8 ou V10)
- Evitar contato com água empoçada
- Controle de roedores
Perguntas frequentes
Leptospirose no cachorro pega no dono?
Sim. Cães infectados eliminam leptospiras pela urina. Use luvas ao manipular urina de cão suspeito.
Cachorro com leptospirose pode ficar em casa?
Não — requer hospitalização intensiva com fluidoterapia endovenosa.
Vacina contra leptospirose funciona?
A vacina (V8/V10) protege contra os sorovares mais prevalentes. Requer reforço anual.
Cachorro ficou em área alagada, o que fazer?
Risco alto. Procure o veterinário imediatamente se surgirem febre, letargia, vômito ou urina escura nos próximos 2–14 dias.
Suspeita de Leptospirose Canina?
Consulte um médico veterinário. Use o diretório ConectaVet® para encontrar profissionais habilitados.
Conteúdo educativo. Não substitui consulta veterinária presencial. Responsável técnico: Prof. M.V. Flávio Nunes — CRMV-RJ 7803.